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Renda real da população e política estadual de regulação do mercado consumidor

De acordo com a tradição existente, avaliar o papel da política monetáriaA renda na formação de um mercado de consumo é necessária não apenas comparando os indicadores de crescimento de receita e varejo, observando o potencial de mercado realizado em termos de faturamento, e em termos de renda monetária as oportunidades de desenvolvimento do mercado consumidor, mas também como a renda real se correlaciona com crescimento e produtividade do trabalho.

A renda real disponível não está diretamente relacionadasomente com a esfera de sua realização, mas antes de tudo com a esfera de sua formação. A principal parcela da renda em dinheiro é o salário, que forma a renda anual total e que atua como o preço da mão-de-obra como fator de produção. Portanto, o crescimento salarial e, como resultado, a renda real, devem estar associados a um aumento na produção.

Para estudar essa relação - mude o volumeBens de consumo e renda em dinheiro podem usar a fórmula bem conhecida proposta em qualquer livro sobre economia. Segundo ela, é lógico supor que, com o funcionamento efetivo da economia nacional, o crescimento da produção deve superar o crescimento da renda e só assim afetar a renda real. No entanto, isso nem sempre é observado e nem sempre depende da estratégia do Estado na área de ajuste do mercado consumidor.

Se o fator de avanço for menor que um, entãoa natureza de sua manifestação no mercado consumidor pode ser julgada que o Estado persegue uma política de “dinheiro caro” quando a produção está vinculada ao preço de um dos fatores mais importantes de produção (trabalho). Se é mais do que um, então o estado segue uma política de “dinheiro barato”, principalmente para estimular o consumo. E pode ser considerado efetivo se contribuir para o relançamento do mercado consumidor interno: o crescimento da produção e venda de bens de consumo domésticos, a redução de estoques.

Se um país ou região tiver uma política"Dinheiro caro", a fim de estabilizar a economia e desacelerar a inflação, isso naturalmente reduziu a renda real dos moradores. Como regra geral, tal política é acompanhada por um baixo índice de ações e baixa atividade de mercado consumidor. Esse regime está sendo mantido para saturar o mercado com bens de consumo e evitar o crescimento da receita sem um aumento correspondente nas taxas de produção, o que inevitavelmente provocaria inflação e, por sua vez, levaria novamente ao fato de que a renda real começaria a cair.

Quando a taxa de crescimento da renda é praticamenteestá alinhado com as taxas de crescimento da produção e da produtividade do trabalho, o que geralmente torna o mercado da região bastante estável, mas não suficientemente equilibrado em termos de adequação do valor da oferta à demanda, pois o valor dos estoques no varejo aumenta drasticamente e o mercado vive em "espera" aumentar a atividade do consumidor. Por exemplo, essa situação pode ocorrer se uma política de “dinheiro barato” foi buscada em um país ou região, o que pode ser atribuído ao fato de que a produção de bens de consumo aumentou significativamente no ano anterior, mas nem todos os produtos produzidos foram vendidos. Portanto, superar o crescimento da renda em comparação com o crescimento da produção de bens visava estimular o consumo e, como resultado, reduzir o valor dos estoques.

Mercado consumidor estávelÉ sempre caracterizado não tanto por um aumento de renda, circulação de mercadorias e produção de bens, mas pela otimização de bens na região e a oportunidade de considerar tal impacto do resultado obtido sobre o estado dos estoques na esfera da circulação. Assim, comparando os indicadores obtidos da relação do avanço com o valor dos estoques no comércio varejista, é possível avaliar o resultado da política estadual no campo da regulação do mercado através do mecanismo de formação e realização dos rendimentos da população.

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